Direito de Resposta para autora do Tia Gótica
Eu já sabia que meu último texto, o Eu não apoio a cena gótica nacional!, iria criar uma certa polêmica e ferir o ego de muita gente, logo eu esperava algum tipo de crítica ou ataques mais baixos. Minha insídia se realizou por uma pessoa que, assim esperava, era mais reservada quanto declarações e desníveis na internet, principalmente. Estou me referindo a Ana Cranes do Tia Gótica, um blog de nicho como esse, porém divergente aos meus objetivos. Como isso foi um capítulo tremendamente infeliz da mesma e um jogo completamente baixo, decidi assim como outros escrever um posts descrevendo a situação exposta e meu posicionamento quanto a isso, já que a mesma não permite que eu escreva em seus depoimentos.
Para entender tudo isso, leia esse post.
PS: Esse texto não é continuação do anterior, esse será postado no sabado. Aguardem.
O contexto de tudo isso
Eu sempre fui um sujeito que se mete em brigas, porém nunca fui briguento por tabela. Ao contrário, sou bastante pacífico e minhas agressões se resumem em provocações ou má interpretação da minha excessiva franqueza. Ao mesmo tempo, eu tenho uma virtude que julgo fascinante: Eu sou menos apegado as ideias e pessoas que o normal. Algumas pessoas tem convicções apaixonadas que guiam suas vidas, eu tenho as minhas porém, eu as abandono por outra melhor que julgar mais interessante, sendo minha racionalidade meu filtro. Sou crítico demais, inclusive comigo mesmo, e um perfeccionista enrustido. Tudo isso compromete para que eu acabe me colocando quando pessoas quaisquer discutem sobre algo que julgo equivocado. Foi assim que conheci a Ana Cranes.
Na realidade, já havíamos nós encontrando antes pela cena paulista, mas somente no orkut que a confusão começou. Acabo sempre pegando a Ana cometendo incoerências em discussões diversas, deste do uso de falácias a total falta de lógica dos seus argumentos, passando para (tentativas) ameaças e provocações. Pessoalmente, não tenho nada contra a pessoa Ana (e, aos meus amigos mais próximos que leem, isso é sério), porém não perdoo deixo passar algo torto em branco. Acabou que ela criou uma rivalidade automática comigo em várias tópicos que nós encontramos.
Um ponto que entramos em choque, que explica essa reação, é a bajulação elogios que ela faz a cena e a algumas bandas especiais. Nada contra a isso, igualmente nada a favor. O ponto é que, nesse caso, ela alegou que eu só estava afim de “causar” polêmica, que era um “moleque” e toda o besteirol todo de um aspirante a trozão de rolê (diz um conhecido, sabiamente, que “os imbecis de hoje serão os tr00s de amanhã”). Lembro que ela chegou a postar numa comunidade gótica do orkut, a Subcultura Gótica no século 21, no tópico específico sobre o tema que abrir, tão grotesco quando esse que encontra-se linkado acima do blog da autora.
Chegou que eu resolvi responder um comentário para a mesma, afinal, estamos na efigênia e, apesar de toda a ludibriação da mesma (já que, ao menos numa amostra de 60 pessoas, apenas ela foi contrária ao texto – claro, conta o viés do pesquisador) eu gostaria ao menos de um tracklink, senão deixar meu link para comentário. O que se segue agora são meus comentários irônicos, declarações dos ditos “amigos do Bostinha”, como ela me chamou, e um troll que apareceu escrevendo algo que imagino ser francês e latim. Eles dizem por si só:
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5
Durante as postagens, ela entrou e editou os comentários, e isso já continua agora (e até então, ainda estava no seu posts as mesmas edições).
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4
Baseado nisso, atitude que eu já esperava dela, decidi escrever um direito de resposta. Finalmente, vocês poderão ler o que eu realmente penso disso.
Direito de Resposta
Ana Cranes, autora do Tia Gótica
Estou escrevendo isso em razão da atitude demonstrada no dia 13 de abril, data da publicação do seu post “Está claro agora?”, na qual manifesta uma rebeldia infantil, manifestando todo um show desnível de palavras claramente ofensivas a minha pessoa e claramente, dando a entender que está deturbando minha palavra sem dá aos seus leitores a chance de conhecer minha visão, usando de recortes fora do contexto e de mentiras. Assim você sendo contrária a opinião de pessoas que, indiferente de concordarem comigo ou não, usaram das boas maneiras para conter seus zurzidos. Agora irei refutar ponto a ponto e defender meu ponto de vista, já que eu tenho plena consciência que, mesmo sendo uma exímia representante dos “membros produtivos do rolê”, você ainda é uma formadora de opinião e escreve ativamente em várias comunidades. Penso que há gente que dá credibilidade para você.
Antes de mais nada, não fui ofendido em nenhum momento que você disse coisas como “saudades do tempo que as coisas se resolviam na pessoalmente” (você era desse tempo Ana? Eu sou e já adianto que você não sentiria nostalgia nenhuma dessa época), ou ameaçado. Suas provocações carecem de profundidade, seus argumentos são apenas achismos declarados mantendo quase nenhuma coerência lógica. Enquanto você nunca superar essas deficiências, só poderá me manter calado com algum poder moderador – e olhe lá. O remédio para isso está no seu slogan do blog, já que alguém que diz escrever “sem um longo texto filosófico”, nunca soube ou quis estudar filosofia. Além disso, enquanto você bajula e fica de mendicância pelo orkut (ou até fora dele) com pessoas na cena gótica, eu já conhecia e até converso com boa parte deles. Somado a isso, alguns membros da cena portuguesa, americana e britânica.
Quanto ao meu tempo de cena, uma das mentiras suas, isso pouco importa: É irrelevante saber para compreender a mensagem que quis passar do meu texto que gatilhou toda sua indicação, o Eu não apoio a cena gótica nacional!, se eu sou “Alguém que começou a sair ontem, que não conhece os bastidores da cena que não sabe separar o joio do trigo e quer criticar a cena sendo que não tem peito pra dar nomes aos bois (além claro do seu total desconhecimento sobre a história da coisa toda) . Enfim, um bostinha”. Porém, me recordo muito bem que quando você começou a sair na cena e aparecer nas comunidades do orkut, na qual sempre nos empatamos, dizia que se envolvia com pessoas com enorme fama na cena nacional para ser aceita – fato que te trouxe mais inimigos, que servem como testemunha para o que escrevo agora. Eu não preciso ter peito para dá nomes aos bois, já que aprendi algo chamado Ética, teoria que nos ensina que ao falar mal de algo feito por alguém, podemos omitir essa pessoa, visando defender da projeção do seu produto os adjetivos atribuídos ao mesmo. Você não sabe disso, Ana, o que invoca novamente sua carência também nessa área da Filosofia.
Alias, eu sou um frequentador esporádico do seu blog. Gosto de passear por blogs, sites e redes sociais nacionais e internacionais para ler e conhecer mais sobre a subcultura gótica desses lugares, e o seu está na minha lista. Óbvio que eu já sabia que seu moralismo é vazio, sem integridade, hipócrita, portanto não postava. Meu interesse, nesses lugares, era deixar meu link, ainda mais quando você comenta meu texto, utilizando de recursos bem pouco honestos para criticá-lo (minto, você não o criticou. Recomendo, novamente, mudar seu slogan). Estava evitando indicar algo ruim aos seus leitores, Ana? Ou estava com medo de ser refutada, desmascarada como alguém ludibriadora, misosófica, carente de adultidade e por, como boa parte da cena gótica de São Paulo, passar a admirar meu texto e criticar-los, de verdade, refletindo, concluindo. Prefiro pensar que, na raiva, na dor de cotovelo, ou na inveja, você resolveu manter assegurada sua posição de “membro produtivo”, Ana?
Deixo aqui então, minha opinião sobre sua posição. Ao contrário do que imagina você ou ao leitor, não sou inflexível e aceito inclusive críticas muito mais severas – deste que permita resposta. Não irei escrever novamente para você sobre esse assunto, já que sei que você falha em muitos pontos para conseguir discutir e, no fundo, ainda tem muito que aprender inclusive sobre a cena gótica.
Renan Rocha, o Darkco, ou O Bostinha que escreve no Gótico Aleatório.


Olá ao administrador do blog, Gostaria de dizer o quanto é gratificante ver site como esse valorizando a cena, já que essa é se encontra em um estado complicado aqui no nosso país. Li algumas linhas da discussão a cima, no meu ponto de vista sempre haverá essas opniões diferentes, até porque a cultura para um não é vista da mesma maneira para outro, concordo em pontos basicos da onde nasce o gotico, da onde foi construido as arquiteturas, mas, acho discussões um tanto quanto bom, porém, penso que, literalmente “perdemos tempo” discutindo sobre isso, ” o que é, ou deixa de ser… O que escrever ou não…” Enfim, o que quero dizer é, podemos perceber hoje em dia a tamanha estrutura para um show de pop-rock ou até mesmo emocore, percebe-se também que eles não perdem tempo fazendo discussões, muito o contrário, eles juntam forças e conseguem o que querem, e ultimamente não é isso que vejo na cena gotica do país, que infelizmente ainda se encontra em conflitos de criticas e opniões e quase sempre não chegam a uma aceitação, portanto, não estou a criticar ninguém aqui, muito menos dizer que sou melhor. E sim! Tentar unir, tentar mostrar que temos poder para um evento tanto quanto o da alemanha ( que para mim é o melhor ), Temos forças, temos recursos, mas não temos a união e o incentivo para mostrar aos grandes idealizadores o quanto queremos isso aqui.
Fica ai minha opnião sem ofender a ninguém.
Abraços
Leandro, eu particularmente penso assim também. Sou muito mais favorável a cooperação do que a disputa, embora para tanto assumirmos que discussões e apresentação de idéias são essenciais para uma melhor união possível. Temos um sério problema, entretanto, no que se diz ao profissionalismo (mais ligada a atitude de “ser profissional”) e a aceitação de diversos pontos de vista de forma educado e sadia. O que infelizmente não é isso que ocorre.
Esse capítulo não foi o primeiro, tampouco será o último e isso, até onde tenho notado, só demonstra que a cena gótica como um todo não está preparada para uma união. Infelizmente.
Pois é nunca neguei concordar com o Renan, não pelo fato de ser amigo meu, mas sim porque nossas idéias senão são identicas são ao menos parecidas, li os comentários de todos e vi que já disseram o que eu gostaria de dizer, fico surpreso por ver também a presença e ainda mais uma possivel concordancia de idéias do Fabio por quem tenho um certo respeito e sempre que possivel visito o blog, assim como o Fallen por quem tenho uma enorme admiração, Twinkle meu parceiro de blog. Bom também tive meus comentários excluidos pela autora do blog acima citado, não consigo compreender como alguém com a “boa” fama dentro da “cena” como ela pode excluir todos os comentários contrários as idéias dela, seria isto medo? Bom não vem ao caso. Sei que não sou uma figura presente nos locais na web onde acontecem debates e blablabla, não tenho popularidade alguma, mas mesmo assim vejo muita coisa ruim acontecendo, não sei se todos sabem mas países como: Colombia, Chile, Peru, Argentina, México, até mesmo Costa Rica e África do Sul estão anos luz a frente de nós que ficamos parados no tempo, que não evoluimos talvez por medo de perdermos o nosso “lugar” (status) na assim chamada cena brasileira, vemos DJs que apesar de hoje em dia existirem muitos locais com material facilmente acessível (como o meu blog: Gothic Rock 2009, o Planeta Underground do Fabio e também o Imaginary Darkness do Fallen) e ainda assim continuam repitindo aquele setlist que quem frequenta a balada possivelmente sabe de cor e salteado, vemos muitas de nossas bandas meio que fazendo sua musica apenas pra dizer que fazem algo “útil”, vemos a maioria de nossos eventos batendo sempre na mesma tecla, também existe um digamos assim elitismo dentre os próprios goticos, que de certa forma acabam por isolar ou então fazer uma lavagem cerebral nos membros mais novos, a maioria de nós ve que a coisa tá indo de mal a pior e o comodismo é tanto que não faz nada para ao menos tentar renovar os animos, vemos bloggers de mente fexada que não aceitam a opinião de seus leitores por se mostrarem contrárias as suas, vemos bandas sendo deixadas de lado apenas pelo fato de fazerem um trabalho diferente e inovador, DJs que tentam inovar acabam digamos assim sumindo, eventos com idéias diferentes do cliche acabam tendo poucas edições por diversos fatores que pode-se resumir a falta de mudança de idéias, posso morar num lugar distante dos grandes centros mas ainda assim vejo o que ocorre não só no Brasil como no mundo todo, acho muito engraçado que não somos os unicos a ver os pontos negativos da “cena”, muitos países por incrivel que pareça consideram a cena brasileira como uma referencia, quero ver se o dia que eles notarem o quantos somos desunidos, imaturos e digamos assim ignorantes eles continuaram a nos ver com certa admiração.
A questão não é o que “eu e meus amigos” pensam de você. Importa sim, como formadora de opinião e articulista, a opinião de meus leitores (em quantidade muito superiores a quantidade atual de amigos que tenho) sobre o que você pensa de mim e o que você faz com quem não pensa como você – e olha que eu não fiz nada senão pedi um tracklink.
Em primeiro lugar, eu não formulo opiniões opostas para ir contra você. Você está longe de ser um foco pessoal meu. Apenas temos visões diferentes e eu tenho solidez, coisa que você, talvez por não está calejada contra “discursos filosóficos”, não é capaz.
Eu apenas ofendo alguém quando esse falta com o respeito. E para isso a Senhorita é profissional, como demostrado.
Sobre os Cards, pois é, o autor deles é leitor desse blog. Aproveite e questione-o por que, afinal, você apenas viu eu com alguns desses cards.
Meus leitores e os outros que comentaram resumiram muito bem o que eu disse. Peç, por gentileza, para ler novamente meu texto. Talvez entenderá.
(E essa discussão está ficando especialmente boa, parabéns para todo mundo aqui nesse comentário)
PS: Só um adendo, eu sempre pego leve em temas polêmicos. Se eu fosse citar outros podres “podraços”, inclusive de outros estados, talvez a alcunha de polêmica faria muito mais sentido.
É que a impressão que temos, Fabio, é de que o importante é ter, sem ao menos dar uma estrutura decente. E dizer que o público gótico não tem como pagar ou não merece algo melhor é idiotice.
Veja, por exemplo, os shows de metal. Existe uma infra-estrutura e até mesmo existe uma demanda alta para shows, mesmo que custem caro. O problema em si não é o preço, mas o valor que se dá para a coisa. Isso não quer dizer que não possamos ter um show de 60 reais ou que todos os shows de metal são bem feitos. Não é isso. Mas a estrutura e até mesmo o trabalho de divulgação é maior, coisas que esses “seres produtivos da cena”, que de produtivos não tem pica nenhuma, não entendem.
Ah, e fique claro que não tenho nada contra o Woodgothic (ao contrário, a idéia na essência é excelente e a iniciativa é digna de apláusos), também não tenha nada contra os organizadores (o pessoal do Escarlatina e etc, que inclusive gosto das músicas e apóio o trabalho dels, sendo que tenho os Cds originais rs). Mas a questão é que certas coisas devam ser analisadas melhor, sempre tentando pensar no ‘bem maior’, e não apenas na vontade de alguns. Bgs
Cuidado, Ana!! Mania de perseguição é um estágio avançado das dorgas.
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Como eu sei que aqui minhas postagens não serão apagadas (rs), mesmo que eu tenha uma visão diferente do dono, ao contrário de outros lugares ai (rs), vamos lá…
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O Renan tem razão sim em criticar certos pontos da ‘cena’. Os ‘apertadores de play’ (que se acham os goth-pops e nunca mudam suas setlists) e o amadorismo exacerbado (que sinceramente não sei se é porque acham isso ‘cool’ ou porque são incapazes de fazer algo profissional), são ótimos exemplos.
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Realmente, este ano é ano de diversos shows no SESC/Virada Cultural, ano de Woodgothic (com presença de bandas internacionais). Excelente! Não nego que isso foi/é um grande passo pra ‘cena’. Mas o que adianta esse progresso se uma determinada corja monopoliza a bagaça, e por se acharem SUPERIORES, desmerecem e deixam de “três canto” determinadas bandas e DJs por motivos pessoais???
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Exemplos? Por quê ‘The Knutz’ não irá participar do Woodgothic?? Sim, eu sei, teve todo aquele rolo. As coisas já não andam muito bem e ainda o pessoal fica nesse mimimi todo!! Ai que deve entrar o profissionalismo, onde questões meramente pessoais (diga-se, egos feridos) não podem interferir na questão profissional (já que o objetivo primordial DEVERIA SER a criação do primeiro festival gótico do país). Não sei detalhadamente os motivos da briga, mas pelo que soube não envolveu nada sobre a qualidade/profissionalismo da banda, sendo mera ‘represália’ (tiops, não me veio na cabeça um termo melhor rs).
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Sem contar que aqui só tem valor, e consequentemente, ‘status’, quem for amigo/puxa-saco/baba-ovo dos PISSEUDU-BAM-BAM-BAMS. Por quê no Woodgothic não foram chamadas bandas que estão surgindo agora e mesmo assim de ótima qualidade como ‘Das Projekt’ e ‘Sunset Down’, ou antigas e no mesmo nível??? Tudo bem, até entendo que por ser um festival que está crescendo, não tem como fazer algo tão grandioso. Mas o que dá pra perceber é que sempre a banda de alguém da corja é melhor, sempre o blog de alguém da corja é melhor, sempre o peido de alguém da corja é melhor. rs Dá pra apoiar uma ‘cena’ assim, senhora Ana? rs q?
…isso aconteceu em uma comunidade minha que algumas regras claras, como esta:
“4. discuta idéias e conceitos:
discuta idéias e conceitos
ao responder, procure comentar ou debater as idéias da pessoa, e não a pessoa
que emitiu a idéia.
quem aqui já estudou o mais básico de Retórica sabe que atacar o emissor em vez da idéia é um dos recursos mais “baixos” , usado no caso de falta de argumentos ou para se esconder.”
…
adendo ao último parágrafo da regra 4 “… ou para evitar o debate e deixar tudo como está: o debate caótico, verborrágico, personalista e sem regras beneficia sempre a posição do Status Quo (conservadora das coisas como estão). ”
…
discussões importantee- não deveriam ser levada para o lado pessoal. Todos perdemos quando discussões são tão “adjetivadas” e “personalizadas”.
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Mais uma vez venho aqui para concordar tanto com o Renan mas tambem com o que foi dito pelo amigo Fallen.
A partir do momento que criamos uma postagem em nossos blogs, sites ou onde seja, temos que estar preparado para varias opiniões diferentes da nossa, pois isso é o que faz a vida mais interessante, o de poder opinar e muitas vezes não concordar com o que foi dito.
Mas pelo que tenho acompanhado e não é de agora, é que virou uma coisa pessoa para a Ana, e quando não damos o direito de resposta ou simplesmente apagamos o que foi dito pois aquilo não me agrada, estamos nos mostrando como uma pessoa que não esta preparada sequer para conduzirmos a nossa vida, imagine então um blog ou site do qual usamos para divulgação de ideias e culturas.
Outro erro lamentavel de Ana é dizer sobre o tempo da pessoa num movimento, pois ja cansei de comentar isso com as pessoas, pois tiro exemplo de mim mesmo que ja estou envolvido com a cena desde 89 e nem por isso me acho melhor do que ninguem, pois pode chegar uma pessoa com 06 meses de cena e me enssinar muita coisa.
E antes que ela me pergunte quem sou eu, nunca te vi ou coisa parecida, muitos me conheceram por apelido (DJ Tropeço)ou ate pelo meu antigo blog o Gothic Paradises, que antes de ser denunciado e tirado do ar, tinha no minimo 2500 visitas diarias.
Mas nem por isso sou melhor que ninguem, e sempre tento ouvir opiniões das outras pessoas pois assim poderemos ter uma cena mais forte.
Por isso termino este comentario com uma frase:
Você (ANA)que se diz tão conhecedora da cena so demonstrou sua arrogancia e falta de capacidade para administrar qualquer coisa.
Fabio SW Project
Não somente isso Fabio, existe um certo problema quando se fala em “cena” no Brasil: parece que ela é sólida, formada por grandes nomes e, acima de tudo, por gente séria e competente. E não, não é formada por nenhum desses elementos.
Alguém aí já parou para perguntar as razões do gótico e do darkwave, que tem exatamente as mesmas dificuldades do metal e até mesmo de alguns estilos de música eletrônica, estar num lixo só? Por que de termos bandas que preferem ficar no amadorismo e nem mesmo se preocupam em produzir algo de forma decente? Poxa, saímos dos anos 80 onde tudo era muito caro e muito difícil.
Só para termos um comparativo, produzir 10000 unidades de um disco de qualquer banda, com boa produção e tal, saí aproximadamente 4000 reais. Isso está dentro de uma realidade pagável para boa parte dos artistas. Se não houver prensagem, por mais ou menos uns 1500 reais se gravam dez músicas, com direito a pós-produção e mixagem profissionais. Com essas músicas é possível vender cd-r a torto e a direito ou disponibilizar na net, depende muito do que o artista vai querer.
Com 10000 reais dá pra montar um estúdio profissional de gravação, incluindo uma cópia de algum programa qualquer (como o Pro Tools) e todo o equipamento básico. Mais um tanto desses num curso de mixagem (se você não aprender na raça) e com menos de 30000 pode-se investir num pequeno estúdio pessoal. Esses são valores considerando que você usa equipamentos nacionais de excelente qualidade, é possível até fazer com menos e conseguir algo bacana do mesmo jeito, sobretudo se comprar equipamento usado.
Quantas bandas góticas aqui no Brasil se preocupam em pelo menos fazer uma produção decente? Quantas procuram fazer o seu devido marketing e quantas pessoas resolvem criticar e bater de frente com essa falta de qualidade?
Poucos e poucas.
Eu posso contar nos dedos as bandas que se preocupam com tudo isso, o resto acha que apenas boa vontade e apoio dos amiguxos resolve. Apoiar porcaria é que não dá mais.
Corrigindo, são mil cds, não dez mil.
Mas é exatamente isso que esta acontecendo mesmo Fallen.
As pessoas hoje so se preocupam com a quantidade de eventos e bandas, mas não com a qualidade dos mesmo.
Por isso achei bem coerente o texto do Renan.
Esta na hora das pessoas pararem de achar que do jeito que esta ta bom e começar exigir um pouco mais de qualidade!
Não é por que curto Gotico, EBm ou qualquer outro tipo de cena que tenho que me contentar com tão pouco!
Li as primeiras linhas, ainda não tive tempo de escrever um texto mais claro já que o que fiz não ficou…..
O que você e seus amigos pensam de mim pouco me importa.
Talvez se tiver tempo e paciência leia o seu ‘direito de resposta’.
Mas já que colocou tantos prints aproveita e coloque suas geniais magic cards onde cita o meu nome, ou as várias vezes que me ofendeu na GnB, ou os seus dialogos com seus amigos armando formas de me irritar e ofender, ou as várias vezes que voês deram opiniões opostas apenas pra ir contra a minha…. pena que não dei print do dia que veio se queixar de eu ter te excluído do meu msn.
Vou explicar com calma uma hora. Pensava que vocês fossem mais capazes. Mas resumidamente falando. Criticar a cena num ano que vai ter WoodGoth, bandas se apresentando no Sesc, na Virada Cultural e no Abril pro Rock. Entre outras coisas?
Bandas medíocres? Medíocre é você!
Existe um problema sério nisso tudo: falta de bom senso da dona Ana. A imaturidade e tacanheza de seus comentários tornam a sua imagem cada vez pior ou mais assemelhada a de uma pessoa ignóbil.
Diversas vezes fui convidado a comentar algum deslize dela (e não são poucos). Ainda sim esperaria que ela, dona de um blog “conhecido” pelo menos argumentasse alguma coisa, mesmo que estivesse errada, ainda sim seria uma tentativa de diálogo.
E que coisa feia, apagar comentários que não lhe agradam é uma atitude mesquinha. Mas se queria mesmo fazer isso, pq criar um post para chamar alguém de bostinha? O Renan sabe o quanto eu conheço da nossa pseudo-cena e não tenho metade das histórias de gerico que a senhora tem. E nem faço isso motivo de orgulho.
Uma das coisas que o Renan não contou é que essa coisa de a “cena” ser formada por amadores é algo que estamos discutindo a pelo menos uns dois meses. O Renan ainda pegou leve, apenas quero salientar.