DJ Khimaira

Já me questionaram mais de uma vez que, já que eu “crítico tanto a cena nacionaú” , eu deveria apresentar pelo menos alguns DJs de parâmetro. Há um pouco de razão nessa afirmação, pois há muita gente interessante lá fora que poucos daqui dentro do Brasil para conhecer, assim como há muita gente aqui do Brasil que mereceria ganhar maior destaque que nas baladas dos amigos. Então resolvi dá um espaço para apresentar esse pessoal: Vou começar com alguns DJ internacionais, mas adoraria também introduzir os nacionais então se você for um “não-apertador-de-play” e quiser mostrar seu trabalho (e mostrar que existe vida nesse morto-vivo que é a cena gótica no Brasil), você pode entrar em contato que eu terei todo o prazer de mostrar seu trabalho deste que esteja decente. Não vou ser legal se pegar algum erro significante no mixer ou notar que as músicas foram todas compostas apenas por jams, porém podem ter certeza que terei o maior prazer em divulgar um trabalho bem feito.

Começamos nesse post com um DJ que saiu do Japão e está com uma fama crescente na Bélgica e nos festivais internacionais, o rapaz (sim, é um homem) usando um belo visual kei responde a alcunha de DJ Khimaira.


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Foto do maior festival gótico do maior país gótico do mundo

Nas várias discussões sobre o que é o gótico, nós muitas vezes temos apenas a referência do Brasil. Meus textos falam sempre apontando a cena do Brasil, embora eu me dirija para várias pessoas que não são sempre góticas, e, às vezes, não são do país. Porém, devido nossa distância, é bastante difícil conseguir informações ao redor do mundo mesmo com a internet, o que se traduz na dificuldade de nossos setlists ser atualizados com qualquer coisa que não seja bandas nacionais (com influências muito mais nos anos 80 do que nas outras décadas). Eu irei tentar corrigir em partes isso agora.

No Gótico Aleatório, irei falar sobre a cena de vários locais baseado nos livros que estão na sessão Biblioteca da comunidade. Nunca, infelizmente, estive num deles (eu ainda vou num Bat Day…) e toda a informação que virá aqui será por terceiros. Ainda sim, creio que já dá para desmistificar um pouco sobre o que é a cena lá fora. Iremos começar pela Alemanha, que não é só o país da cerveja, assim como é também da cena gótica.

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Fim do Hiatus

Publicado: 27/07/2010 em Pessoal

O Selo Dardos

Depois desse longo hiatus, bem… o que dizer?

Por motivos profissionais e pessoais, acabei por ter me afastado um pouco do blog. Embora rascunhasse vários textos, notava as pessoas comentando e perdia ótimas oportunidades de escrever sobre temas que apareciam no dia-a-dia, o que me fez esperar bastante pelo dia que eu voltaria a escrever com dignidade. E cá estamos. Antes de voltar para a programação normal, tem muito que eu quero dizer sobre minha nova postura no blog e sobre outros blogs e usuários.

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Minha contribuição para o dia do gótico

Hi!

This text is that this blog can be read by portuguese speaking and by anyone who understands English. To read in Portuguese or read English, just click on the links behind.

Talvez por uma vontade de participar do Goth Day, ou apenas para tirar os véus que cobrem nossos mitos, esse texto tem como objetivo quebrar a tônica dos blogs que estão sendo divulgados. Aqui, irei falar de algo que para os brasileiros é trivial, entretanto para qualquer um que não está em nosso país é desconhecido, misterioso e curioso. A cena gótica do Brasil é iluminada por muitos ângulos, que criam várias sombras que não representam o que realmente ocorre aqui e nessa dissertação faço uma tentativa de mostrar o que de fato somos. A opinião exposta aqui não se trata de alguém graduado em alguma ciência social ou de um especialista qualquer, apenas um gótico aleatório comum que falará enquanto um gótico brasileiro da cena gótica do Brasil, que alguma experiência dentro da mesma.

Nunca vi nenhum FAQ ou artigo falando da cena do Brasil que seja para fora do nosso país. Imagino que serei o primeiro a falar de maneira aberta. Não sou o melhor escritor que conheço portanto tentarei apenas ser natural e didático ao invés de falar numa tonalidade de pioneirismo. Espero que ao final desse textos vocês tenham uma leve percepção do que é o gótico no Brasil. Informo também que minha opinião, aparentemente pessimista, diz a respeito de um gótico dentro da cena, não necessariamente de todos. Caso interesse, ao final desse texto haverá alguns links de textos de pessoas que escreveram em português sobre a cena, seja opiniões positivas ou negativas.

Antes de começamos, eu costumo definir vários traços do meu texto que usarei. Em primeiro lugar, quando me refiro à cena gótica falo de toda a produção voltada para o público gótico, seja eventos, roupas, música ou apresentação. Claro que isso pode envolver headbangers que acreditam serem góticos (leia mais abaixo no subtítulo “Wannabe no Brasil se chama Trevoso”) assim como outros, como psychobillys e alguns ebmers, mas creio que no Brasil essa definição de cena se aplica mesmo contra os nossos desejos ou deles. O EBM tratado aqui é aquele que é comumente tocado em balada gótica e não se trata daqueles… err.. menos dançantes (um paradoxo, eu sei, mas para quem ouviu Industrial sabendo da motivação daquelas bandas, sabe o que me refiro). Escreve esse texto falando principalmente de todo a última década, caso queira saber todo o histórico até aqui, ao final há alguns links.

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Noticia já está velha, mas vale deixar registrado (já que estou de passagem, ficar sem internet e trabalhando em dois projetos ao mesmo tempo impede qualquer pessoa de ter tempo sobrando). Vale citar por ao menos durante esse mês eu vou demorar para aprovar os comentários e preparessem para uma sneaky supresa. Também faço agradecimentos especiais à todos aqueles que divulgam meu blog e todos que comentam, seja parceiros ou não, mesmo durante todo esse tempo que fiquei ausente.

Retirado da Folha Online

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Isso é um rouxinol gótico do norte.

Esse texto agora falará de um assunto ignorado, indevidamente porém infelizmente por razões que muitas vezes foge de nossa culpa, por muitos góticos mais exaltados quando conveniente sem conseguir se sustentar, fugindo para o subjetivismo. O que me motivou a escrever esse texto foi um outro post do Musicground Podcast que ficou me martelando e me vez correr atrás de alguma coisa, era sobre Letras e se elas são importantes para música ser boa ou não.

A conclusão dada pelo autor foi de indiferença a letra, embora acredite que ele só tenha a visão do metal para falar (e apenas essa). Não culpo-o por isso, afinal, ele expôs a sua opinião e tentou argumentar, tentou criticar, e eu perdoo por ter tentado romper a barreira do “eu acho e pronto”. Embora tentou fugir do subjetivismo, ele caiu logo no final, acredito que por ter defendido um ponto de vista intrínseco sem ter buscado outros temas. Embora confesse que concordo em certos pontos com ele, tenho uma visão diferente e acrescentaria mais informação, até por conhecer um pouco o Heavy Metal e ser mais aberto a outros estilos, visto que a cena gótica absorveu muitos outros e deve-se a isso ao que chamo de “universo subcultural”. Porém, creio que é um ponto que poucos pararam pra pensar, então faço meu raciocínio baseado que você, leitor, gótico ou não, não soubesse de nada sobre a cena e a música.

Segue então, o porque a letra das músicas góticas são importantes.

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Eles estão querendo negociar parcerias e união. Crédito: Blind Glass

Uns dos primeiros frutos da minha crítica anterior a cena gótica já germinou num debate, que embora trate de um tema antigo, trás novas idéias e uma chama de ânimo para essa discussão. É colocado em tese o que deve ser respeitado em comum acordo entre os outros organizadores, para incentivar uma política de apoio e fomentação da cena gótica. Para entender melhor minha opinião, e não ficar boiando no assunto, peço para que você leia as 13 Diretrizes e dê uma passada na discussão no orkut.

Esse post trás alguns raciocínios que tenho sobre essas diretrizes e o que eu considero que deve ser uma união na cena, assim como parceria. Leia o resto deste post »

Frost Goth by cannibalized

Isso sim é Damaged Good...

Não irei postar a terceira parte da “trilogia” (da serie Eu Não Apoio a Cena Gótica Nacional!). Desculpem pelo aviso de última hora para quem esperou, porém, após eu fazer muito brainstorm em cima do último texto, tanto junto as pessoas que me cercam quanto comentários de outros membros, ele me parece ficar bem mais polêmico que o primeiro e até mais profundo e sólido. Portanto, trabalhei melhor nele.

Mas não é disso que venho falar aqui hoje, com vocês.

Esse post será um pouco de autopromoção, entretanto ainda acredite que se faz com importância, já o texto acima citado superou em muito minhas expectativas. Houve vários comentários interessantes ao longo das comunidades do orkut e o tópico que abrir anteriormente já rendeu vários filhos. Mas, irei passar minhas opiniões sobre o texto e algumas pontas que deixei solta.

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Quem nunca saiu aos 40° graus de sobretudo não sabe o que é trueza! Crédito: lacarmina.com

O Gótico Aleatório quer ver você de visu! Faltando 30 dias para o Flash Mob, envie uma foto para esse e-mail que aparece você de visu em alguma situação do cotidiano, com o título “Goth Day”, com nome/nick, cidade e uma rápida descrição da imagem. Pode ser supermercado, no trabalho, fazendo compras ou passeando, só não vale ser em algum evento ou loja gótica. Todas as fotos enviadas serão postadas aqui num post do dia do gótico e você participará do Flash Mob mais importante dos góticos do mundo.

Aproveitem e vamos fazer os góticos do Brasil aparecer junto com o mundo.

Edit: Devidos algumas dúvidas que me enviaram, leia mais para saber sobre o “regularmento”.

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"Oi, vamo no Dark's Macabres Essences 3?"

Quando se pensa nos problemas da cena gótica atual (e nem tão atual assim), logo se imagina que a culpa é do próprio público. Argumentam, resumidamente, que a culpa é a da cultura ou da falta dela. Alguns dizem que a dificuldade em conseguir material de qualidade acostuma mal o público. Outros tantos afirmam que, na realidade, era assim antes, mas agora estamos caminhando para uma melhora, graças a alguns membros da cena que investem nela - nem sempre esperando retorno. Eu vou escrever aqui sobre aqueles que produzem, aqueles que chamamos pelo apelido de “membros produtivos do rolê”.

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